Holofote
Raíssa Machado relembra volta à Sapucaí menos de 15 dias após o parto e apoia Sabrina Sato: “É hora de acolher”

Sambar aos nove meses de gestação, a uma semana do parto, e voltar à Marquês de Sapucaí menos de 15 dias depois de dar à luz: essas experiências marcaram a história de Raíssa Machado no Carnaval. Na noite desta quarta-feira (28), a musa da Vila Isabel relembrou esse período ao encontrar Sabrina Sato, rainha de bateria da escola, durante o ensaio na quadra da azul e branca, na Zona Norte do Rio de Janeiro.
Acompanhada da filha Nicole, de 11 anos, Raíssa falou sobre os planos de Sabrina, que está grávida e pretende desfilar após o nascimento do bebê. Para a musa, o momento pede acolhimento e respeito às escolhas e aos limites de cada mulher.
“Eu entendo essa vontade da Sabrina porque também vivi isso. O samba faz parte da nossa história, da nossa vida, e a vontade de estar ali é enorme. A gente tem tanta paixão por essa festa que eu gosto de pensar que o bebê sente essa alegria junto com a mãe. É um amor que já começa na barriga!”, afirma Raíssa.
Quando era rainha de bateria da Viradouro, Raíssa sambou descalça na quadra da escola, com o barrigão à mostra, aos nove meses de gestação. Faltava apenas uma semana para o nascimento de Nicole. Menos de 15 dias após dar à luz, já estava na Sapucaí, participando do ensaio técnico da agremiação.
A ligação da filha com o samba começou cedo. Com poucos meses de vida, Nicole já acompanhava a mãe à quadra e, segundo Raíssa, ficava tranquila no ambiente. Hoje, aos 11 anos, voltou a estar ao lado dela em uma noite de samba. O nome da menina também está eternizado em uma tatuagem no corpo da musa.
De volta ao Carnaval após sete anos, agora como musa da Vila Isabel, Raíssa destaca a dedicação de Sabrina à festa. “A gente sempre acompanhou o amor da Sabrina pelo Carnaval, o esforço que ela faz para estar presente e o carinho com que ela se entrega. E tenho certeza de que esse amor continua enorme nesse momento tão especial. Gravidez não é doença, mas é uma fase que exige um cuidado maior, acompanhamento médico e respeito ao que cada mulher sente. É hora de acolher e deixar que ela viva essa fase no tempo dela”, diz.
Ao recordar o próprio retorno, Raíssa ressalta que sua experiência não deve servir de cobrança para outras mães. “Eu voltei em menos de 15 dias, mas essa foi a minha história. Cada mulher tem uma recuperação, uma realidade, e é fundamental ouvir os médicos e respeitar o próprio corpo. O mais importante é que ela e o bebê estejam bem. Nós vamos abraçá-la, orar e vibrar para que tudo dê certo, porque está chegando mais um integrante da família de Noel. Esse bebê já vai nascer Vila Isabel, não tem jeito!”, brinca.









