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Aline Barros é citada em ação de R$ 398 mil por suspeita de fraude patrimonial

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A cantora gospel Aline Barros e seu marido, Gilmar Santos, são citados em uma disputa judicial de R$ 398.506,90. Segundo o jornal O Dia, a empresa Fanplay Technology Produções e Eventos acusa o casal de supostamente participar de uma estrutura para ocultar patrimônio e dificultar o pagamento de uma dívida.

O caso envolve o Grupo Gênesis de Produções e Eventos Itinerantes Ltda., antiga produtora da qual Aline e Gilmar eram sócios. A empresa credora afirma que houve uma reorganização dos negócios que teria dificultado a recuperação do dinheiro devido.

A disputa começou em 2019, quando a Fanplay antecipou R$ 120 mil para financiar um evento organizado em parceria com o Grupo Gênesis. Como o valor arrecadado não cobriu as despesas, a empresa entrou na Justiça em 2020 para tentar recuperar o investimento.

A Justiça determinou que o Grupo Gênesis devolvesse R$ 125 mil, além de juros, correção monetária e despesas processuais. A cobrança continuou após o encerramento da produtora, registrado em maio de 2025, embora o documento indicasse que as atividades haviam terminado em 2023.

A Fanplay passou a questionar se receitas e atividades relacionadas à carreira da cantora teriam sido transferidas para outras empresas. Em maio de 2026, a credora pediu à Justiça que Aline, Gilmar e outros envolvidos também pudessem ser responsabilizados pela dívida, alegando possíveis irregularidades patrimoniais.

A empresa também solicitou o bloqueio de contas bancárias e de valores ligados às atividades dos envolvidos. Os pedidos foram negados pela Justiça em julho e agosto de 2026, por falta de elementos suficientes para justificar as restrições naquele momento. As decisões não representam um julgamento definitivo sobre as acusações.

Procurada pela coluna Daniel Nascimento, de O Dia, a assessoria de Aline Barros negou qualquer fraude. Em comunicado, afirmou que o processo envolve divergências contratuais relacionadas a uma parceria para a realização de um evento virtual durante a pandemia de Covid-19 e declarou que a empresa atua dentro da lei. Até a última atualização da reportagem, não havia decisão definitiva reconhecendo fraude patrimonial por parte da cantora ou determinando que ela respondesse pessoalmente pela dívida.

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